Website para imobiliárias e consultores imobiliários
Entre os portais e as redes sociais, para que serve o site de uma imobiliária? Para captar casas, não só compradores — e para provar que vende. O que deve lá estar.
No imobiliário, os portais dominam a procura de casas — e por isso muitos profissionais concluem que o site próprio é dispensável. É uma leitura errada do jogo: o site de uma imobiliária não compete com os portais na procura; trabalha o outro lado do negócio, que é onde ele realmente se ganha — a captação de imóveis para vender.
O visitante mais valioso é o proprietário
Quem tem uma casa para vender investiga a quem a entrega: pesquisa o nome da agência ou do consultor e vê o que aparece. O site é essa resposta — e deve ser construído para esse visitante: resultados concretos (imóveis vendidos, tempos médios de venda, zonas dominadas), testemunhos de proprietários, a equipa com cara e nome, e uma página dedicada a "vender casa" com o processo explicado e um pedido de avaliação simples. A avaliação gratuita do imóvel é a porta de entrada natural — e a página dela merece tanto cuidado como uma landing page de campanha.
Os imóveis, sem fricção
A montra de imóveis continua a importar — com regras conhecidas: fotografias grandes e boas (no imobiliário, as fotografias são o produto), filtros simples por zona, tipologia e preço, ficha completa com localização honesta, e contacto imediato a partir de cada imóvel — telefone clicável e formulário curto que identifica o imóvel automaticamente. E uma disciplina inegociável: imóveis vendidos saem ou ficam marcados como vendidos; uma montra desatualizada mina a confiança no minuto.
SEO local: o jogo que os portais não jogam
Os portais ganham as pesquisas genéricas, mas as pesquisas de bairro e de nicho — "apartamentos T2 em [freguesia]", "vender casa em [zona]", "quanto vale a minha casa em…" — estão ao alcance de um site local bem trabalhado, com páginas de zona com conteúdo real: preços médios, o que está a mudar no bairro, casos vendidos. É trabalho consistente, e é precisamente por isso que quase nenhum concorrente local o faz — quem o fizer fica com essas pesquisas praticamente sozinho.