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Website para cabeleireiros e clínicas de estética

O Instagram mostra o trabalho; o site converte a pesquisa "perto de mim" em marcação. O que precisa de lá estar — preços incluídos — e o que pode ficar de fora.


A beleza e a estética vivem do visual, e por isso o setor concentrou-se no Instagram — com razão. Mas há um fluxo de clientes que o Instagram não apanha: quem pesquisa "cabeleireiro perto de mim", "manicure [zona]" ou "preço alisamento [cidade]" no Google. Essas pesquisas acontecem todos os dias, têm intenção imediata, e vão para quem lá estiver.

As três perguntas de quem pesquisa

Quem chega ao site de um salão quer saber: o que fazem e quanto custa, como é o trabalho, e como marca. Traduzido em páginas:

  • Tabela de preços publicada. É a página mais visitada de qualquer site de salão — e a que mais salões se recusam a ter. Quem esconde preços não evita a comparação; evita a marcação. Intervalos ("a partir de") resolvem os serviços variáveis.
  • Galeria de trabalhos reais, organizada por serviço — o Instagram incorporado no site faz este papel sem trabalho duplicado.
  • Marcação online com a agenda sincronizada, ou em alternativa o telefone e o WhatsApp bem visíveis. No setor das marcações, cada fricção é uma cliente que fica onde já ia.
  • A equipa com nome e fotografia — nos salões, a fidelidade é à profissional, não à marca; o site deve permitir marcar "com a Sofia".

O Perfil de Empresa faz metade do trabalho

Nas pesquisas locais deste setor, o mapa do Google decide: perfil completo, fotografias recentes, horário exato, serviços listados e — decisivo — avaliações com resposta. O site e o perfil devem apontar um para o outro e contar a mesma história de preços e horários. Um salão com perfil forte e site simples e rápido ganha as pesquisas da zona a concorrentes maiores com presença desleixada — vemos isso acontecer repetidamente.

O que pode ficar de fora

Este setor não precisa de sites grandes: dispensa blog, dispensa páginas institucionais longas, dispensa tudo o que atrase. Uma página inicial que mostre o trabalho, preços, equipa e marcação — rápida no telemóvel, onde estão praticamente todas as visitas — é o site inteiro. A energia que sobrar rende mais nas fotografias e nas avaliações do que em páginas a mais.

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