Quantas páginas deve ter o seu website?
Nem as cinco do costume nem cinquenta: a estrutura decide-se pelas pesquisas dos clientes e pelas decisões que precisam de tomar. O método para chegar ao número certo.
A pergunta parece de orçamento, mas é de estratégia. O número certo de páginas não é o que fica bem na proposta — é o que resulta de duas perguntas: o que pesquisam os seus clientes no Google, e que informação precisam de ver antes de o contactar?
A regra que estrutura tudo
Uma página por serviço, sempre. É o erro mais comum que encontramos: uma página "Serviços" com sete parágrafos, um por serviço. Para o Google, essa página não é sobre nada — e não posiciona para nada. Sete serviços são sete páginas, cada uma a responder a uma pesquisa concreta, com o seu título, as suas fotografias e o seu botão de contacto. É frequentemente a alteração isolada com mais impacto no SEO de um site pequeno.
A estrutura típica que funciona
Para a maioria dos negócios de serviços, o esqueleto é estável: homepage, uma página por serviço, uma página "Sobre" (mais lida do que se pensa — é onde se decide a confiança), prova social ou portfólio, contactos, e as páginas legais. Somando, um negócio com quatro serviços fica nas oito a dez páginas. Se serve várias zonas geográficas e quer aparecer nas pesquisas locais de cada uma, acrescem páginas por zona — com conteúdo próprio, não cópias.
Quando menos é melhor
Páginas vazias são piores do que páginas a menos: uma "galeria" com quatro fotografias ou um "blog" com um artigo de há dois anos transmitem abandono. Se não há conteúdo para uma página viver, ela não deve nascer — pode sempre ser acrescentada. Começar com oito páginas sólidas e crescer com o negócio é melhor estratégia do que lançar vinte páginas finas para parecer grande.