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O que deve incluir um orçamento de website

Dois orçamentos com o mesmo valor podem descrever projetos completamente diferentes. A lista de verificação para comparar propostas sem surpresas no fim.


Quando os orçamentos chegam, a tentação é olhar para o número final. Mas dois orçamentos de 2.500 € podem descrever projetos completamente diferentes — e a diferença só se descobre a meio do projeto, quando descobrir custa dinheiro. Esta é a lista do que um orçamento sério deve especificar, preto no branco.

O âmbito, sem ambiguidades

A parte mais importante e a mais frequentemente vaga:

  • Quantas páginas e quais — "site institucional" não diz nada; "homepage, sobre, 4 páginas de serviço, contactos e política de privacidade" diz tudo.
  • Quem escreve os textos e quem fornece as fotografias. É a omissão que mais projetos atrasa.
  • Que funcionalidades estão incluídas — formulários, mapas, blog, multi-idioma, o que for. O que não está escrito, não está incluído.
  • Quantas rondas de revisão do design estão previstas, e quanto custam as adicionais.

A parte técnica e a propriedade

O orçamento deve dizer onde fica alojado o site e em nome de quem ficam o domínio e os acessos — a resposta certa é: em nome do cliente, sempre. Deve mencionar o que acontece com SEO técnico (o site nasce indexável, com sitemap e velocidade cuidada, ou isso é extra?), a adaptação a telemóveis (hoje é dado adquirido, mas confirme) e, se há site antigo, quem trata dos redirecionamentos.

Depois do lançamento

Um orçamento completo diz o que acontece no dia seguinte ao lançamento: existe garantia para corrigir problemas? Por quanto tempo? A manutenção é contratada à parte, e por quanto? Há formação para o cliente editar conteúdos?

Um orçamento detalhado protege as duas partes — e a disponibilidade de uma agência para o detalhar é, em si mesma, informação valiosa. Quem foge às especificações antes de assinar não vai ganhar rigor depois.

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