Estratégia5 min de leitura

Como medir os resultados do seu website

Sem medição, a gestão do site é opinião. Os quatro números que interessam a um dono de negócio, as ferramentas gratuitas e as métricas de vaidade a ignorar.


A maioria dos donos de sites não sabe responder a três perguntas simples: quantas pessoas visitaram o site no mês passado, de onde vieram, e quantas contactaram? Sem estas respostas, qualquer decisão sobre o site — redesenhar, investir em anúncios, contratar SEO — é um palpite. E as respostas são gratuitas.

Os quatro números que interessam

Ignorando o ruído, um dono de negócio precisa de acompanhar isto:

  • Visitas — quanta gente chega. É o número menos importante dos quatro, mas dá a escala.
  • Origem — de onde vêm: Google orgânico, anúncios, redes sociais, acesso direto. Diz-lhe que canais estão a trabalhar e onde investir.
  • Conversões — quantos contactos, chamadas ou pedidos o site gerou. É o número que justifica ou condena tudo o resto.
  • Páginas que convertem — em que páginas estavam os visitantes que contactaram. Mostra o que replicar.

As ferramentas, todas gratuitas

Duas chegam para a esmagadora maioria dos negócios. Uma ferramenta de estatísticas — o Google Analytics é o padrão; alternativas europeias mais simples e amigas da privacidade, como Plausible ou Matomo, dispensam banner de cookies e leem-se em cinco minutos. E o Google Search Console, que mostra o outro lado: em que pesquisas o site aparece, em que posição, e com quantos cliques — é o painel de instrumentos do SEO, e é espantoso quantos sites o têm por configurar.

As métricas de vaidade

Números que sobem e descem sem significado para o negócio: visitas totais sem origem nem conversão, gostos nas redes sociais, "impressões". Um site com 300 visitas mensais e 12 contactos vale mais do que um com 3.000 visitas e 2 contactos. A rotina que recomendamos é modesta e suficiente: quinze minutos por mês, a olhar para os quatro números, com uma pergunta — o que mudou e porquê? Ao terceiro mês, as decisões sobre o site deixam de ser opinião.

Continuar a ler